Assim como o Mate Leão, o clássico biscoito O Globo e a Altinha, agora as Estações Mude – estações de treino e alongamento- também se tornaram patrimônio do Rio de Janeiro, mas por quê?
Ocupar os espaços da cidade é o primeiro passo para melhorá-la: pedalar nas ciclovias, os encontros sociais, as crianças brincando no parque ou tocar violão na praça, são exemplos para confirmar que a vida acontece aqui fora.

Foto: Hélio Bessa
As Estações Mude fazem parte do estilo de vida carioca e, desde 1999, integram as paisagens da praia do Rio. Ele é feito para ser usado em parques e praias, com material robusto de Aço Inox e acabamento brilhoso, o design elegante foi pensado para se adaptar em qualquer ambiente.
“As Estações Mude são alocadas em locais estratégicos, muitas vezes em áreas que eram apenas de passagem, sem atrativos e se tornam ambientes de regular prática de exercícios físicos”, diz Marcus Moraes, CEO da Mude.
O incentivo às atividades ao ar livre buscam recuperar a vida urbana, priorizando os pedestres e promovendo saúde à cidade e à população, porque quando os espaços são bem ocupados, a violência diminui, o que acontece é que todo mundo exerce uma espécie de vigilância coletiva.
Além de que, os mobiliários urbanos também são fonte de renda para personal trainers que podem oferecer aos seus alunos mais de 500 possibilidades de prática na estação.
Esse ecossistema de bem-estar começa nas aulas ao ar livre, nas estações de treino das orlas ou nos parques, mas também no aplicativo pelas víde-aulas gravadas de diversas modalidades, estando em toda a jornada de bem-estar de quem se conecta.

